top of page

VIANA do CASTELO - 400 años

  • eibarkarm
  • hace 14 minutos
  • 9 Min. de lectura

ree


ree


NOTA PREVIA PARA L@S LECTOR@S DE ESTA NOTICIA.

Comparando con otras noticias breves de esta web, se os puede hacer un poco larga, pues se refiere a la historia de 400 años del Carmelo en Viana y a su presente activo.

INCLUYE

1-. Una explicación del P. Dámaso Zuazúa sobre El Carmelo en Portugal y en Viana do Castelo en particular.

2-. La presentación de las jornadas de historia de la Orden en Viana.

3-. El discurso de inauguración del Congreso por parte del P. Provincial, P. VASCO NUNO, ocd.

4-. Una colección de fotos de la exposición "Ecos de un retorno. Carmelitas descalzos en Viana do Castelo" obra coordinada por el P. MARCO CALDAS, OCD.

5-. Una colección de fotos que expresan la vitalidad actual de este convento en Viana, con su templo abierto al culto, su residencia de estudiantes universitarios y su apertura a peregrinos.

Os animamos a seleccionar el orden de lectura según vuestros intereses, para luego ir comentando con los demás de vuestra comunidad.



1-. TEXTO DE P. ZUAZUA, EN PREPARACIÓN.


2-. II Jornadas de Historia de la Orden Carmelita en Viana do Castelo / Portugal

(Tomado de informativos de la Orden en Portugal, con la ayuda del P. Vasco)


El 15 de noviembre se celebró la II Jornada de Historia de la Orden Carmelita en Viana do Castelo, promovida por la Orden Carmelita de Viana do Castelo en colaboración con el Centro de Estudios Regionales. Ante un auditorio repleto, los participantes pudieron profundizar en la presencia de los Carmelitas Descalzos en Viana do Castelo desde el siglo XVII, con énfasis en la arquitectura y la vida comunitaria, a través de un vídeo realizado con inteligencia artificial y las palabras de Fray Marco Caldas.

Vítor Marinho presentó el trabajo del Archivo Municipal en la preservación del acervo fotográfico del Convento.

José Carlos Loureiro, en colaboración con Gonçalo Maia Marques, compartió resultados preliminares de la investigación sobre la historia reciente de la Orden y la creación del Seminario.

José Manuel Lages ofreció un testimonio vívido y conmovedor sobre la misión y la vida cotidiana del Seminario Misionero Carmelita, basado en su experiencia personal.

Fray Vasco Nuno, Provincial de los Carmelitas Descalzos en Portugal, enfatizó la importancia de registrar la historia de esta comunidad: “Cuatro siglos de presencia carmelita en Viana do Castelo son más que un hito histórico, por venerable que sea: son una historia hecha de espiritualidad que se traduce en vida; de cultura que se abre al diálogo; de educación que moldea las conciencias; y de servicio que responde a las necesidades concretas de las personas."

Armando Borlido, presidente del Centro de Estudios Regionales, valoró la articulación entre ambas entidades para la profundización del conocimiento regional.

Manuel Vitorino, Vicepresidente del Concejo Municipal, destacó, finalmente, la excelencia del papel social, espiritual y cultural de la institución en la ciudad.

La sesión también incluyó otros momentos, como la actuación musical del Coro Sementes de Deus, la inauguración de la exposición fotográfica "Ecos de un Retorno", expuesta en el claustro, y la presentación del libro homónimo de Alberto Barbosa, que reúne textos de las primeras conferencias y otros, bajo la coordinación de Fray Marco Caldas.

La reunión concluyó con un almuerzo convivial, donde se sirvió el tradicional bacalao carmelita, y que reunió a autoridades civiles y militares, exalumnos, miembros del Centro de Estudios Regionales, laicos y público en general.

A todos los que contribuyeron al éxito de esta iniciativa, les expresamos nuestro más sincero agradecimiento.



3-. OS COMUNICO EL DISCURSO DE INAUGURACIÓN DEL CONGRESO

POR PARTE DEL P. PROVINCIAL, P. VASCO NUNO, ocd.

Sigue una traducción al español.

 


II JORNADAS DE HISTÓRIA DO CARMO

(Palavras de Abertura)

 

Excelentíssimas autoridades civis aqui presentes – Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Professor Manuel Vitorino; Sra. Presidente da Junta de Freguesia de Monserrate, Santa Maria Maior e Meadela, Dra. Cláudia Marinho; Sr. Tenente-Coronel Delgado e Sra. Capitão Eunice Viana, da Guarda Nacional Republicana; Senhores militares da Guarda Nacional Republicana, em representação do Comando Territorial de Viana do Castelo; Dra. Regina Bezerra e Professor José Miguelote, membros da Direção do Gabinete de Atendimento à Família –, ilustres investigadores e estudiosos, Irmãos carmelitas, religiosos e seculares, amigos do Carmo e todos os presentes:

É com profunda honra e gratidão que, em nome da Província dos Carmelitas Descalços e deste convento do Carmo, vos dou as boas-vindas às II Jornadas de História do Carmo, dedicadas ao tema “No rastro da história dos carmelitas descalços em Viana do Castelo”, inseridas nas comemorações dos 400 anos da inauguração deste Convento do Carmo e do início da vida comunitária da Ordem nesta cidade, a 8 de Maio de 1625.

Quatro séculos de presença carmelita em Viana do Castelo são mais que um marco histórico, mesmo que venerável: são uma história feita de espiritualidade que se traduz em vida; de cultura que se abre ao diálogo; de educação que forma consciências; e de serviço que responde às necessidades concretas das pessoas.

O Carmo em Viana do Castelo é uma história que revela sensibilidade para os desafios sociais, procurando sempre criar respostas adequadas às situações que se nos apresentam enquanto comunidade. Esta atitude prova que a espiritualidade não é isolamento, mas encontro; não é distância, mas compromisso.

A espiritualidade carmelita nasce da interioridade e do silêncio, mas nunca foi, nem será, um refúgio fechado. Pelo contrário, é força que impulsiona para o encontro, para a escuta, para a abertura e para a ação. É uma espiritualidade que se torna compromisso, que se expressa em gestos concretos de proximidade, atenção e cuidado. Sim, é isso que torna esta nossa história tão significativa, visto que, ao longo de quatro séculos – até mesmo quando, de novo, para aqui nos chamaram em meados do século XX! –, os vianenses nos conhecem pelo nosso compromisso com a comunidade, como presença que constrói pontes, como missão que se traduz em serviço.

A história dos Carmelitas Descalços – felizmente também em Viana do Castelo – é uma história de reforma, de busca de perfeição, de coragem para trilhar caminhos novos. É uma história inscrita e entretecida com a alma de Viana do Castelo, e, por isso, bem merece ser conhecida, estudada e valorizada.

Estas Jornadas convidam-nos a olhar para esse legado com gratidão, e, ao mesmo tempo, com interrogação: o que nos diz esta história? Que inspiração nos oferece para o presente e para o futuro da comunidade vianense? Porque não se trata apenas de recordar; trata-se de compreender que esta herança continua viva e pode iluminar os caminhos que, juntos, temos de percorrer.

Permitam-me, por isso, expressar o meu louvor e agradecimento:

- À Comunidade Carmelita de Viana, por promover esta iniciativa que une memória e reflexão, passado e futuro;

- Ao Centro de Estudos Regionais, representado pelo seu presidente, Dr. Armando Borlido, pela competência científica e pela dedicação à história local, que se traduz nesta parceria exemplar;

- Aos investigadores e estudiosos, que nos ajudam a dar voz ao passado e a descobrir nele sinais para o futuro;

- Às autoridades civis, cuja presença confirma que esta memória é também património comum;

- E a todos os participantes, porque todos e cada um contribuímos para que estas Jornadas sejam um verdadeiro espaço de encontro.

Que este encontro seja mais do que uma sucessão de comunicações! Que seja um diálogo entre tempos; uma ponte entre gerações; uma celebração do encontro e do tanto que nos une: a paixão pelo saber, o respeito pela memória e a garra em legar ao futuro um trajeto comum! Que possamos, juntos, descobrir novas leituras, novas perguntas, novas respostas! Porque a história só é amada e permanece viva quando é estudada, debatida, conhecida e celebrada em conjunto.

O programa destas Jornadas é uma oportunidade para refletirmos, dialogarmos e partilharmos. Que este tempo nos ajude a reconhecer que espiritualidade, serviço, encontro, cultura e educação não são conceitos do passado, mas desafios para o presente e contributos para a construção do futuro! Que nos ajude a perceber que a história não é apenas aquilo que aconteceu, mas também aquilo que somos chamados a continuar!

Permitam-me terminar com um desejo expresso em forma de imagem: Que estas Jornadas sejam como uma chama que ilumina sem consumir, como um rasto que não se apaga, mas que nos guia! Que nos recordem que o passado não é um peso, mas um alicerce; não é uma sombra, mas uma luz que aponta caminhos! Ao seguir o rasto dos carmelitas descalços, estamos também a traçar caminhos para o futuro – caminhos de cultura, de fé e de esperança.

Sejam, pois, todos muito bem-vindos!

Que esta manhã seja marcada pelo saber, pela convivência e pelo entusiasmo que nos une em torno da História do Carmo!

Muito obrigado!

 


TRADUCCIÓN AL CASTELLANO

II CONFERENCIA DE HISTORIA DEL CARMELO

(PALABRAS DE APERTURA)


Distinguidas autoridades civiles aquí presentes: Sr. Vicepresidente del Ayuntamiento de Viana do Castelo, Profesor Manuel Vitorino; Sra. Presidenta de la Junta Parroquial de Monserrate, Santa Maria Maior y Meadela, Dra. Cláudia Marinho; Sr. Teniente Coronel Delgado y Sra. Capitana Eunice Viana, de la Guardia Nacional Republicana; Personal militar de la Guardia Nacional Republicana, en representación del Comando Territorial de Viana do Castelo; Dra. Regina Bezerra y Profesor José Miguelote, miembros de la Junta Directiva de la Oficina de Apoyo a la Familia, distinguidos investigadores y académicos, Hermanos Carmelitas, religiosos y seglares, amigos del Carmelo y todos los presentes:

Con profundo honor y gratitud, en nombre de la Provincia de los Carmelitas Descalzos y de este convento carmelita, les doy la bienvenida al II Congreso de Historia Carmelita, dedicado al tema "Tras la historia de los Carmelitas Descalzos en Viana do Castelo", en el marco de las conmemoraciones del 400 aniversario de la inauguración de este Convento Carmelita y del inicio de la vida comunitaria de la Orden en esta ciudad, el 8 de mayo de 1625.

Cuatro siglos de presencia carmelita en Viana do Castelo son más que un hito histórico, por venerable que sea: son una historia hecha de espiritualidad que se traduce en vida; de cultura que se abre al diálogo; de educación que forma conciencias; y de servicio que responde a las necesidades concretas de las personas.

La comunidad carmelita de Viana do Castelo es una historia que revela sensibilidad ante los desafíos sociales, buscando siempre crear respuestas adecuadas a las situaciones que surgen como comunidad. Esta actitud demuestra que la espiritualidad no es aislamiento, sino encuentro; no distancia, sino compromiso.

La espiritualidad carmelita nace de la interioridad y el silencio, pero nunca ha sido, ni será, un refugio cerrado. Al contrario, es una fuerza que impulsa al encuentro, la escucha, la apertura y la acción. Es una espiritualidad que se convierte en compromiso, expresado en gestos concretos de cercanía, atención y cuidado. Sí, esto es lo que hace tan significativa nuestra historia, ya que, a lo largo de cuatro siglos —¡incluso cuando volvimos a visitarla a mediados del siglo XX!—, los vianeños nos conocen por nuestro compromiso con la comunidad, como una presencia que tiende puentes, como una misión que se traduce en servicio.

La historia de las Carmelitas Descalzas —afortunadamente también en Viana do Castelo— es una historia de reforma, de búsqueda de la perfección, de valentía para recorrer nuevos caminos. Es una historia inscrita y entrelazada con el alma de Viana do Castelo, y por lo tanto merece ser conocida, estudiada y valorada.

Estas Conferencias nos invitan a contemplar este legado con gratitud y, al mismo tiempo, con cuestionamiento: ¿qué nos dice esta historia? ¿Qué inspiración nos ofrece para el presente y el futuro de la comunidad de Viana? Porque no se trata solo de recordar; se trata de comprender que este patrimonio permanece vivo y puede iluminar los caminos que debemos recorrer juntos.

Permítanme, por lo tanto, expresar mi elogio y gratitud:

- A la Comunidad Carmelita de Viana, por promover esta iniciativa que une memoria y reflexión, pasado y futuro;

- Al Centro de Estudios Regionales, representado por su presidente, el Dr. Armando Borlido, por la competencia científica y la dedicación a la historia local, que se traduce en esta colaboración ejemplar;

- A los investigadores y académicos que nos ayudan a dar voz al pasado y a descubrir en él señales para el futuro;

- A las autoridades civiles, cuya presencia confirma que esta memoria es también un patrimonio común;

- Y a todos los participantes, porque cada uno de nosotros contribuye a hacer de estas Conferencias un verdadero espacio de encuentro.

¡Que este encuentro sea más que una sucesión de presentaciones! Que sea un diálogo entre tiempos; un puente entre generaciones; una celebración del encuentro y de todo lo que nos une: la pasión por el conocimiento, el respeto por la memoria y la determinación de legar un camino común hacia el futuro. Que juntos descubramos nuevas interpretaciones, nuevas preguntas, nuevas respuestas. Porque la historia solo se ama y permanece viva cuando se estudia, se debate, se conoce y se celebra juntos.

El programa de estas Conferencias es una oportunidad para la reflexión, el diálogo y el compartir. Que este tiempo nos ayude a reconocer que la espiritualidad, el servicio, el encuentro, la cultura y la educación no son conceptos del pasado, sino desafíos para el presente y contribuciones para construir el futuro. Que nos ayude a comprender que la historia no es solo lo que sucedió, sino también lo que estamos llamados a continuar.

Permítanme terminar con un deseo expresado en forma de imagen: ¡Que estas Conferencias sean como una llama que ilumina sin consumir, como una estela que no se apaga, sino que nos guía! Que nos recuerden que el pasado no es una carga, sino un cimiento; no una sombra, sino una luz que señala el camino. Siguiendo los pasos de los Carmelitas Descalzos, también estamos trazando caminos hacia el futuro: caminos de cultura, fe y esperanza.

¡Bienvenidos todos!

¡Que esta mañana esté marcada por el conocimiento, la camaradería y el entusiasmo que nos une en torno a la Historia del Carmelo!

¡Muchas gracias!



4-. Una colección de fotos de la exposición

"Ecos de un retorno. Carmelitas descalzos en Viana do Castelo"

obra coordinada por el P. MARCO CALDAS, OCD.



ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree

ree




5-. Una colección de fotos que expresan

la vitalidad actual de este convento en Viana,

con su templo abierto al culto,

su residencia de estudiantes universitarios

y su apertura a peregrinos, entre otras actividades.



ree

ree

ree

ree

ree

ree



 
 
 

Comentarios


Entradas destacadas
Entradas recientes
Archivo
Buscar por tags

© 2020 Carmelitas Descalzos de la Provincia de San Joaquín de Navarra

bottom of page